LIMÃO INFORMA: Federer deixa o top 20 após mais de 1000 semanas

LIMÃO INFORMA: Federer deixa o top 20 após mais de 1000 semanas

Imagem da LIMÃO INFORMA: Federer deixa o top 20 após mais de 1000 semanas Miami (EUA) - Miami (EUA) - Com a queda dos pontos conquistados no Australian Open de 2020, quando foi até as semifinais, o suíço Roger Federer perdeu muitas posições no ranking desta segunda-feira, saiu do top 20 pela primeira vez desde abril de 2001, encerrando assim a maior sequência da história da ATP com mais de 1.000 semanas entre os 20 melhores do mundo.

Federer entrou para o top 20 pela primeira vez em 26 de fevereiro de 2001, ficou por lá durante duas semanas e depois acabou saindo desta faixa de ranking. Ele não demorou muito para retornar e já estava de volta na lista de 23 de abril. Desde então, o tenista da Basileia se manteve entre os 20 primeiros até esta segunda-feira, quando caiu da 17ª colocação para a 30ª.

A sequência de 1.062 semanas dentro do top 20 é disparada a maior da história da ATP, com mais de 400 semanas de vantagem para o segundo da lista, o norte-americano Jimmy Connors. O espanhol Rafael Nadal é o terceiro com 857, mas tem tudo para alcançar a vice-liderança, uma vez que sua marca ainda está correndo, de pé desde abril de 2005.

O sérvio Novak Djokovic é apenas o sétimo que mais tempo passou de forma consecutiva no top 20, ficando 606 semanas entre outubro de 2006 e maio de 2018. Dos tenistas em atividade, somente mais um aparece entre as 20 maiores sequências no top 20: o britânico Andy Murray (12º), com 512 semanas consecutivas entre abril de 2008 e fevereiro de 2018. saiu do top 20 pela primeira vez desde abril de 2001, encerrando assim a maior sequência da história da ATP com mais de 1.000 semanas entre os 20 melhores do mundo.

Federer entrou para o top 20 pela primeira vez em 26 de fevereiro de 2001, ficou por lá durante duas semanas e depois acabou saindo desta faixa de ranking. Ele não demorou muito para retornar e já estava de volta na lista de 23 de abril. Desde então, o tenista da Basileia se manteve entre os 20 primeiros até esta segunda-feira, quando caiu da 17ª colocação para a 30ª.

A sequência de 1.062 semanas dentro do top 20 é disparada a maior da história da ATP, com mais de 400 semanas de vantagem para o segundo da lista, o norte-americano Jimmy Connors. O espanhol Rafael Nadal é o terceiro com 857, mas tem tudo para alcançar a vice-liderança, uma vez que sua marca ainda está correndo, de pé desde abril de 2005.

O sérvio Novak Djokovic é apenas o sétimo que mais tempo passou de forma consecutiva no top 20, ficando 606 semanas entre outubro de 2006 e maio de 2018. Dos tenistas em atividade, somente mais um aparece entre as 20 maiores sequências no top 20: o britânico Andy Murray (12º), com 512 semanas consecutivas entre abril de 2008 e fevereiro de 2018.